Antes considerado silencioso, o custo exorbitante e as perdas financeiras por causa do excesso de fornecedores de tecnologia começou a fazer barulho nas empresas. Para enfrentar os desafios de 2026, os gestores apostam no aprimoramento da gestão dos parceiros como uma das ações necessárias para aumentar a eficiência, reduzir os riscos operacionais e otimizar os investimentos.
Realizada pelo Procurement Club, a Pesquisa de CPOs & CSCOs constatou que a conquista das metas financeiras é o maior objetivo das empresas para este ano. Para alcançar os resultados em meio ao atual cenário desafiador, melhorar a gestão de fornecedores aparece no estudo entre as prioridades da área de supply chain para 2026.
Conhecido como “vendor sprawl”, o excesso de fornecedores criou uma teia composta por um emaranhado de diferentes equipamentos, softwares e aplicações com dificuldades operacionais para trabalharem em conjunto. A ineficiência causada por esse fenômeno trouxe para a mesa dos gestores uma grande variedade de contratos e contatos, que prejudicam a produtividade, consomem tempo para a administração e corroem as margens de lucros.
Dados divulgados pela Gartner estimam que os gastos mundiais com Tecnologia da Informação (TI) devem totalizar US$6,15 trilhões em 2026. Se os números se confirmarem, o montante representará um crescimento de 10,8% na comparação com 2025, ano que também registrou alta.
Assim como demonstra o potencial de expansão do setor, os números sinalizam a necessidade de aprimorar a integração e a governança da tecnologia nas empresas.
Diante deste cenário, o modelo “one-stop-tech” demonstra ser o caminho certo, centralizando a gestão em um único parceiro capaz de atender as mais diversas necessidades com eficiência. Mas como isso funciona na prática?
Custo invisível do excesso de fornecedores de tecnologia
A velocidade elevada da inovação gera novas soluções e, claro, novos fornecedores. Para acompanhar as mudanças, as empresas reuniram um conjunto de ferramentas e, claro, de parceiros. Com o tempo, o preço dessa estratégia chegou, cobrando um valor bem alto.
Ao utilizar um parceiro para infraestrutura, outro para cibersegurança, um terceiro para automação de processos e um quarto para outsourcing de dispositivos, a empresa cria inúmeras brechas operacionais que refletem em diversas áreas.
A administração, por exemplo, é sobrecarregada com o excesso de faturas e contratos, com cláusulas e prazos distintos. Já a gestão encontra dificuldade de extrair informações estratégicas para auxiliar nas decisões e controles.
Em pesquisa da Salesforce, 81% dos entrevistados destacaram que a transformação digital é dificultada pelos silos de dados existentes na companhia. Isso ocorre pela falta de comunicação entre as soluções adotadas por diferentes departamentos.
Outro ponto que precisa ser levado em consideração é o risco para a segurança que um ambiente fragmentado proporciona, dificultando a identificação e o combate às vulnerabilidades na rede.
O excesso de fornecedores de tecnologia traz ainda a dificuldade em resolver problemas básicos, como um equipamento que parou de funcionar ou uma instabilidade na rede. Muitas vezes, um simples problema se torna um “monstro”, com um “passe ou repasse” de responsabilidade até conseguir identificar a causa e solucionar a situação.
Gestão centralizada de fornecedor pode ser a solução
Para acabar com a dor causada pela complexidade de gerenciar inúmeros fornecedores, o mercado agora busca adotar um caminho mais prático, centralizando a gestão de tecnologia como um parceiro estratégico. Entre os benefícios, a transição para esse modelo oferece as seguintes vantagens:
- Redução de custos e gestão financeira: a centralização em um parceiro único aumenta o poder de negociação das companhias, ganhando tanto em eficiência quanto em redução de custos. Aqui, outro ponto importante é a maior previsibilidade com relação aos custos.
- Sinergia entre as soluções: quando todas as soluções foram estruturadas de forma estratégica e planejada em um ecossistema único de inovação, a companhia ganha em agilidade e eficiência, facilitando até mesmo a implementação de novas tecnologias.
- Contato facilitado: a estratégia elimina também o “jogo de empurra” entre fornecedores, reduzindo significantemente o tempo de resposta e reação quando algum incidente ocorre.
Importância do parceiro ideal
Centralizar a gestão da tecnologia contribui de forma significativa para qualquer empresa. Mas é importante lembrar que a conquista dos resultados está vinculada com a escolha do parceiro, que precisa ter a capacidade de concentrar e integrar diferentes soluções, assim como de incluir novas ferramentas.
Por se tratar de uma decisão estratégica importante, os gestores precisam avaliar alguns critérios antes de escolher o fornecedor ideal.
O parceiro realmente entrega soluções integradas ou apenas revende produtos de terceiros? Qual a capacidade técnica? Como funciona o suporte em diferentes cenários? O fornecedor está em conformidade? E a segurança dos dados? Qual a cultura de inovação até mesmo para a antecipação de tendências?
Estas são apenas algumas das perguntas que o gestor deve fazer antes de selecionar o hub de inovação preparado para atender as inúmeras demandas de uma companhia relacionadas com a tecnologia.
Certamente, reduzir o excesso de fornecedores elimina ruídos operacionais, traz previsibilidade financeira e facilita utilizar a tecnologia como uma ferramenta potente para alavancar os resultados. Por isso, escolher o parceiro certo é uma decisão estratégica que faz toda a diferença. Para saber mais sobre as soluções integradas de tecnologia da Selbetti e como elas podem apoiar o crescimento do seu negócio, acesse selbetti.com.br.
