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Blue Studio Express / Liderança

Como executivos podem construir autoridade e reputação na era da IA?

Por Estadão Conteúdo
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23 de fevereiro de 2026 | 10h45

Especialista em LinkedIn e marca pessoal, Carolina Dostal destaca os principais erros e ensina os caminhos para se diferenciar.

Executivo utilizando o LinkedIn para construir autoridade e reputação digital na era da inteligência artificial.

Autoridade digital se constrói com estratégia e autenticidade. Foto: Divulgação/Carolina Dostal

Em um universo com mais de 70% dos brasileiros navegando pelas redes sociais, o conhecimento nunca teve tanto valor. Para os profissionais C-levels, essa nova realidade representa um mar de possibilidades para se conectar com as pessoas certas e, claro, gerar oportunidades. 

Aos que entendem o valor, fica mais fácil assumir o protagonismo das ações. Hoje, plataformas como o LinkedIn são ideais para a troca de experiências, enriquecendo o conhecimento coletivo e aproximando os profissionais.  

A construção da autoridade, porém, exige alguns cuidados. No emaranhado de informações superficiais, sem embasamento e até fake news, destaca-se quem consegue transmitir conteúdo de valor, com uma linguagem apropriada, capaz de reunir as pessoas em torno de um debate construtivo sobre temas realmente relevantes. 

E é exatamente nesse ponto que surge a dúvida: como construir autoridade e reputação na era da inteligência artificial (IA)? Para Carolina Dostal, o segredo está na utilização da inovação de forma ética, como uma ferramenta e não como um substituto. “É preciso responsabilidade e intencionalidade”, afirma a especialista em LinkedIn e marca pessoal, referência em futuro do trabalho, IA e reputação digital.

Autoridade e reputação no mundo digital

De acordo com o relatório 2026 da DataReportal, aproximadamente 185 milhões de brasileiros tinham acesso à internet no fim de 2025, o que representa quase 87% da população do país. Destes, 150 milhões utilizavam as redes sociais, o que equivale a um pouco mais de 70%. 

Apesar da abrangência e da importância das demais plataformas, o LinkedIn se destaca no cenário empresarial, aproximando profissionais de diferentes níveis e áreas. Ainda segundo o relatório do DataReportal, o alcance dos anúncios da plataforma pode chegar a mais de 55% da população brasileira com 18 anos ou mais.

Muito mais do que um banco de currículo online, o LinkedIn é um ambiente para a troca de conhecimento e experiências. Até por conta dessa característica, executivos encontram na plataforma um ambiente apropriado para construir autoridade e reputação. 

Apesar disso, diversos profissionais cometem erros básicos e, por isso, não conseguem os resultados desejados. Tanto que 1 em cada 4 executivos entrevistados em pesquisa recente da Soul HR Consulting declarou estar arrependido de publicar informações pessoais. 

Mas por que isso ocorre e, principalmente, o que fazer? Em conversa com a jornalista Christiane Pelajo no quadro Protagonistas, no canal Times Brasil, Carolina Dostal explicou que a construção de autoridade na rede social depende de metodologia, planejamento e constância. “Sem isso, a presença perde força. Não adianta postar de forma desordenada ou sem estratégia.”

Em um mundo inundado por informações diversas, a credibilidade tornou-se um diferencial competitivo. Portanto, executivos que desejam construir uma reputação sólida precisam se associar a veículos confiáveis. Carolina Dostal alerta aos profissionais C-Levels sobre a responsabilidade ao compartilhar informações. “Não é um ambiente para xingar ou lavar roupa suja. É preciso ter um posicionamento, mas saber até onde ir.”

A especialista ensina que a reputação digital está diretamente ligada à confiança. “As pessoas querem interagir com líderes que demonstram autenticidade e ética. O mundo mudou, e saímos da era do discurso para a do diálogo.”

Dessa forma, o ponto de partida está na intencionalidade. “As pessoas percebem se é verdadeiro ou não. É preciso saber o que você quer, aonde deseja chegar e quem pretende ajudar.”

Além disso, a comunicação deve ser estruturada e consistente. “A repetição e a constância são essenciais. Não adianta se empolgar e tentar abordar todos os temas ao mesmo tempo. É preciso foco e disciplina para construir uma reputação sólida”, afirma. 

Importância de uma biblioteca digital

Partindo desse ponto, a estratégia para construir e consolidar a autoridade digital exige a criação de uma “biblioteca digital” no LinkedIn. Em linhas gerais, significa produzir e compartilhar conteúdos relevantes e alinhados com os pilares temáticos que o executivo domina.

E aqui esbarramos em um outro erro muito comum na plataforma: o generalismo. Na busca por engajamento, alguns profissionais acreditam que a solução está em escrever sobre qualquer assunto. Claro que é importante se conectar às pautas em destaque. 

Entretanto, isso só faz sentido se o interlocutor realmente tiver conhecimento suficiente para fazer uma contribuição autêntica e legítima. “Não adianta sair falando de tudo. O que importa é saber sobre o seu tema, defender sua opinião e criar um espaço para debate.”

Segundo Carolina Dostal, o algoritmo do LinkedIn atualmente favorece conteúdos de qualidade, independentemente do formato. “Antigamente, o alcance de uma postagem dependia de curtidas nas primeiras 24 horas. Agora, o que importa é a relevância. Se ele for bom, pode repercutir por dias.” 

Essa mudança na distribuição do conteúdo reforça a importância de um planejamento estratégico, com uma comunicação apropriada, e de uma produção consistente, robusta e relevante.

Papel da IA na construção de autoridade

Como já destacamos, a construção de autoridade exige a entrega de conteúdos especializados, com informações que consigam enriquecer o debate e gerar valor. Hoje, com o auxílio de assistentes de inteligência artificial como o ChatGPT, as redes sociais estão povoadas de textos superficiais, produzidos por máquinas e sem qualquer contribuição humana. 

Independentemente das soluções adotadas por cada plataforma para barrar esse tipo de material, é importante destacar que o público é seletivo, principalmente em uma rede social como o LinkedIn. Como regra, lembre-se: pessoas gostam de se relacionar com pessoas, e não com máquinas. 

Apesar dessa ressalva, a IA não deve ser desprezada. Muito pelo contrário. O caminho está em saber utilizá-la como uma ferramenta para qualificar o conteúdo, assim como para otimizar os processos.

Nesse contexto, Carolina Dostal enfatiza que a inteligência artificial se tornou uma aliada na construção de autoridade e reputação de executivos. Entretanto, a utilização exige responsabilidade, mantendo o fator humano no centro da comunicação. “As pessoas não querem ser lideradas por um robô, mas por um ser humano. A vulnerabilidade também aproxima e cria empatia.”

Tendências globais e o futuro da reputação digital

A correta utilização da IA está alinhada com as tendências globais para o mundo corporativo, que passa por um processo de transição para uma comunicação mais interativa e humanizada. 

Presença constante nos principais eventos de inovação do mundo, Carolina Dostal explica que o futuro da reputação passa pela construção de uma presença digital sólida, abordando temas que dominam e promovendo diálogos significativos. “O LinkedIn é uma rede de intencionalidade. Fazer conteúdos sem estrutura ou disciplina é perder tempo e, pior, encher a rede de lixo.”

Diferentemente de um passado recente, a influência das lideranças corporativas também é avaliada pela presença digital, com o auxílio de rankings que permitem comparar executivos e identificar aqueles que se destacam.

Com o avanço da tecnologia e as mudanças nas dinâmicas de comunicação, os líderes precisam aproveitar as oportunidades oferecidas pelo mundo digital, utilizando as redes sociais corretamente para a construção de autoridade e reputação.  

Por meio de uma estratégia bem definida, esta abordagem se transforma até mesmo em um diferencial para alcançar relevância e credibilidade em um mercado cada vez mais competitivo. Para conferir como isso funciona na prática, confira outras informações compartilhadas por Carolina Dostal no LinkedIn.

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