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Da sala do VAR à sala de reunião: como a tecnologia transforma a tomada de decisões?

Por Estadão Blue Studio Express
Conteúdo de responsabilidade do anunciante
25 de junho de 2026 | 15h46

 Assim como no mundo esportivo, empresas estruturam dados para
eliminar pontos cegos e tomar decisões rápidas sob pressão.

Dados e IA apoiam decisões rápidas nas empresas. Foto: Adobe Stock

Dados e IA apoiam decisões rápidas nas empresas. Foto: Adobe Stock

Em ambientes de alta pressão, nos quais diversas decisões ocorrem em frações de segundos, basta apenas uma ação equivocada para mudar toda uma história. Portanto, o investimento estratégico em tecnologia pode representar a diferença entre o sucesso ou o fracasso de qualquer empresa. Fim! Se essas poucas palavras já foram suficientes para convencer você sobre o poder da inovação para a conquista de resultados realmente extraordinários, pode parar a leitura do texto. Mas, se você ainda tem dúvidas ou quer entender melhor como utilizar a tecnologia a seu favor, é melhor continuar um pouco mais por aqui.

Assim como no mundo dos negócios, as competições esportivas acompanham há anos a evolução tecnológica exatamente para monitorar as ações em tempo real e auxiliar as decisões humanas, que precisam ser ágeis e assertivas, de acordo com as regras. Afinal, qualquer injustiça pode custar milhões de dólares em premiações e patrocínios. Dois eventos atuais ilustram com exatidão como a inovação é capaz de fazer a diferença nos resultados.

Disputada neste ano nos Estados Unidos, Canadá e México, a Copa utiliza tecnologia avançada para a captura e a análise de dados em todos os estádios. Além do já famoso Árbitro Assistente de Vídeo (VAR), câmeras modernas para o rastreamento óptico e, até mesmo, um chip dentro da bola registram inúmeras informações em tempo real, que são analisadas com o auxílio da IA.

A responsabilidade e a decisão final continuam sendo do árbitro. Entretanto, mesmo exigindo determinadas adaptações no andamento da partida, é inquestionável o papel da inovação ao longo do tempo para qualificar o esporte e, até mesmo, preservar a imagem dos times, das competições e das entidades envolvidas com o futebol.

Uma situação polêmica ocorrida recentemente em um outro evento esportivo ilustra com perfeição como a tecnologia poderia auxiliar em decisões que exigem agilidade. Em um dos combates mais aguardados da noite, Alex Pereira Poatan perdeu para Ciryl Gana, por nocaute, na edição histórica do UFC realizada na Casa Branca, nos Estados Unidos.  

O resultado adiou o sonho do brasileiro de se tornar o primeiro a conquistar o cinturão do evento em três categorias de peso diferentes. Mas qual a polêmica nesse caso? Durante o combate, após ser atingido por um jab, o brasileiro caiu e, ao tentar se levantar para se recuperar, foi golpeado algumas vezes na região da nuca.

Pela regra, o árbitro deveria ter repreendido Gana no primeiro golpe ilegal e interrompido a luta logo após o segundo. Em uma situação dinâmica e com muita pressão, ele decidiu não agir e logo o combate terminou, gerando na sequência uma enxurrada de reclamações e protestos contra a atuação do juiz.

O campo de jogo corporativo

A dinâmica do mundo dos negócios é similar às competições esportivas que exigem alta performance dos competidores. Os gestores enfrentam diariamente um volume avassalador de informações. Tomar uma decisão sem o devido filtro tecnológico equivale a um árbitro tentar validar um impedimento milimétrico no olho, sem o auxílio das imagens.

Hoje, modelos estruturados combinam automação com análise de dados, garantindo o suporte apropriado para os gestores. A urgência por respostas rápidas, contudo, não pode atropelar a governança.

No futebol, o protocolo do VAR exige que a imagem revisada seja clara e inequívoca antes de qualquer alteração na marcação de campo. Nas empresas, a lógica é idêntica: a agilidade só gera valor quando amparada por dados íntegros e auditáveis.

Nesse quesito, um erro comum ao analisar a evolução tecnológica é acreditar que as máquinas vieram para substituir o fator humano. No esporte, a decisão final de apitar uma infração continua sendo do árbitro principal. No ambiente corporativo, a inteligência de negócios desempenha exatamente o mesmo papel de suporte estratégico.

Para exemplificar, podemos utilizar como exemplo a Selbetti. Com o propósito de integrar tecnologia para resolver desafios reais, a empresa brasileira com quase cinco décadas de história acompanhou de perto e protagonizou a evolução tecnológica, e é reconhecida atualmente como a maior onestoptech do país.

Entre as inúmeras soluções, o hub de inovação desenvolveu a Data & AI Solutions, uma unidade especializada que atua na estruturação de dados para que os líderes corporativos tenham o seu próprio “VAR” no momento de traçar os rumos dos negócios.

A experiência, acumulada com o suporte a inúmeros clientes, demonstrou para a empresa que a eficiência não está no acúmulo de softwares complexos, mas na capacidade de integrar diferentes fontes de informação. Quando o gestor consegue enxergar o panorama completo da operação em tempo real, o processo de tomada de decisão deixa de ser um exercício de adivinhação e passa a ser uma ação cirúrgica e fundamentada.

Hoje, o grande desafio enfrentado pelas organizações não é a escassez, mas o excesso de informações, capaz de prejudicar e paralisar um gestor em um momento decisivo e com muita pressão.

Assim como a equipe técnica do VAR seleciona apenas os melhores ângulos de câmera para apresentar ao árbitro, os sistemas corporativos precisam filtrar e entregar apenas os indicadores que realmente importam para o negócio.

Para que essa engrenagem funcione sem atritos, as empresas têm recorrido à automação de processos de negócios.

Essas tecnologias funcionam como os assistentes de linha. Ao automatizar a coleta, a organização e a análise dos dados, as ferramentas liberam os executivos da burocracia analítica, permitindo que eles foquem na interpretação e análise estratégica para decisões mais assertivas.

A consolidação desse modelo híbrido, em que a máquina processa e o humano decide, é o que define o conceito de one-stop-tech. Ao centralizar as soluções de infraestrutura, segurança digital e inteligência artificial em um único parceiro, as corporações reduzem o tempo de resposta entre a identificação de um problema e a execução da solução, ganhando a agilidade necessária para competir em alto nível.

A trajetória de empresas que lideram a transformação digital, como a Selbetti, mostra que os investimentos em capacitação de pessoal devem caminhar no mesmo ritmo dos investimentos em inovação. O papel do líder moderno assemelha-se ao de um técnico de futebol na era dos dados: ele não ignora as estatísticas de desempenho de seus atletas, mas usa sua experiência e empatia para extrair o melhor de cada indivíduo no momento decisivo da partida.

Quando corretamente aplicada às necessidades e peculiaridades de cada companhia, a inteligência de dados faz a diferença para a conquista de resultados mais significativos e justos, seja nos gramados ou nas companhias.   

Para as empresas que buscam iniciar essa jornada de transformação, acessem o site https://selbetti.com.br e conheçam os detalhes do ecossistema de soluções integradas da Selbetti.

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