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Como inovação e novas tecnologias estão redesenhando o setor de seguros?

Por Estadão Blue Studio Express
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5 de março de 2026 | 10h52

Pesquisa recente da CNseg mostra adoção ampla de IA no Brasil e aceleração de investimentos; movimento se conecta a uma transformação estrutural que também reposiciona o mercado segurador na América Latina.

Uso de inteligência artificial no setor de seguros para automação, análise de dados e tomada de decisão estratégica.

Tecnologia e inteligência artificial estão redefinindo o mercado de seguros. Foto: Divulgação/Newton Rosa de Queiroz

Impulsionado pelas novas tecnologias, o setor de seguros passa por um processo de transformação significativo, com a inovação gerando benefícios e oportunidades em meio aos desafios e cobranças operacionais e regulatórias. Assim como aprimoram rotinas operacionais e a experiência dos usuários, inteligência artificial (IA), automação e análise de dados auxiliam em decisões estratégicas, construindo uma nova realidade para o segmento em todo o mundo. A conquista dos benefícios, claro, não está isenta de desafios. 

No Brasil, não é diferente. Divulgada em fevereiro de 2026, a pesquisa “Inteligência Artificial e o Setor de Seguros no Brasil”, da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), demonstra que 80% das empresas do setor já implantaram soluções de IA. 

Apesar da inovação ser uma realidade para o mercado há anos, o estudo constatou que a inteligência artificial generativa alavancou o investimento na tecnologia. Entre as motivações, 100% dos entrevistados alegaram o aumento da produtividade, seguido por melhoria na experiência dos clientes (81%), automação de tarefas (69%) e redução de custos (65%).

Com relação às expectativas, a pesquisa constatou que 68% das empresas esperam ter em até 5 anos todos os processos automatizados. Entre as barreiras para explorarem as iniciativas relacionadas com IA, 69% relataram dificuldades com relação à integração de sistemas legados.  

Em um mercado de seguros como o da América Latina, com crescimento anual na casa de dois dígitos entre 2019 e 2024, segundo Relatório da McKinsey & Company, o setor precisa entender exatamente a natureza da transformação. “O setor cresce enquanto se torna mais técnico, mais regulado e mais cobrado por consistência operacional”, destacou Newton Rosa de Queiroz, Chairman da NNQ e CEO do XSG Brasil HUB, em um artigo publicado no LinkedIn.

O profissional tem know-how para falar sobre o assunto. Apontado como um dos 10 CEOs mais inspiradores em 2022 em levantamento da C-Level Focus, o executivo é reconhecido por articular práticas de mercado com reflexão estratégica sobre pessoas e inovação.

Tecnologia como infraestrutura de decisão 

Na prática, os dados ajudam a entender os principais resultados conquistados pelo setor por conta da inovação. Conforme a pesquisa da CNseg, 88% dos entrevistados acreditam que a inteligência artificial aprimora as capacidades tecnológicas já existentes. Além disso, os participantes registraram um aumento de 100% nas cotações realizadas, assim como uma redução de 30% a 50% do tempo de resposta ao cliente. 

Muito além dos benefícios já constatados, Queiroz acredita que a transformação promovida pela inovação no setor de seguros não se resume à adoção de ferramentas. Isso porque a mudança reorganiza a forma como as empresas tomam decisões, o que exige reforço de critérios técnicos, supervisão humana e governança para garantir uso responsável da inovação.

Para o especialista, a tecnologia passou a funcionar como uma espécie de infraestrutura de decisão, impactando o dia a dia do setor de seguros. “Digitalização deixou de ser agenda de inovação e passou a compor o funcionamento cotidiano das seguradoras. Atendimento, subscrição e sinistros já operam com níveis crescentes de automação”, explica. 

À medida que a automação e os dados ganham espaço, o mercado passa por uma reorganização na forma de avaliar riscos. “Um ponto relevante é o uso de sistemas de inteligência artificial orientados a tarefas delimitadas, com trilhas de auditoria e supervisão humana”, diz. 

Como argumento, Queiroz destaca a projeção da Gartner, onde cerca de 40% das aplicações corporativas incorporam agentes de inteligência artificial voltados à execução específica de tarefas. “O diferencial competitivo não está na adoção da ferramenta, mas na qualidade da governança sobre dados, critérios técnicos e rastreabilidade das decisões”.

Análise preditiva no combate a fraudes

Neste redesenho promovido pelas novas tecnologias no setor de seguros, algumas tendências indicam os caminhos. Prova disso é na utilização do crescimento de modelos analíticos para identificação de padrões suspeitos, conforme demonstra relatório da Deloitte sobre inteligência artificial. Com a inovação, é possível tanto reduzir perdas quanto aprimorar a eficiência de sinistros. 

Nesse contexto, Queiroz acredita que o desafio está em conseguir equilibrar rigor técnico e experiência do segurado. “Processos automatizados precisam manter proporcionalidade, transparência e critérios consistentes”.

Como dica, o Chairman da NNQ explica que empresas que combinam especialização técnica, proximidade com clientes e disciplina de underwriting tendem a operar com maior previsibilidade de resultado.

Portanto, muito mais do que investir em tecnologia, é preciso adotar uma atuação estratégica, com os gestores ocupando um papel fundamental neste processo. 

Segundo Queiroz, liderar uma organização de seguros nesta fase exige coordenar quatro dimensões simultâneas: crescimento sustentável, eficiência operacional, disciplina técnica e responsabilidade regulatória. “O ambiente atual favorece organizações que tratam a transformação como prática permanente, integrada à governança e à estratégia”.

Chairman da NNQ, Newton Rosa de Queiroz lembra aos gestores que a transformação do mercado de seguros é uma realidade. Dessa forma, não adianta lutar contra a inovação. Portanto, o desenvolvimento sustentável será conquistado pelas empresas que conseguirem adotar uma estratégia eficaz para administrar risco, tecnologia e capital.

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