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Recrutamento e seleção com o uso de IA: qual o melhor caminho?

Por Estadão Blue Studio Express
Conteúdo de responsabilidade do anunciante
10 de outubro de 2024 | 12h03

O uso da inteligência artificial traz benefícios, mas é preciso adotar
uma atuação “humanizada” para garantir resultados justos e eficientes.

Recrutamento e seleção com o uso de IA: qual o melhor caminho?Gestão de recursos humanos. Foto: Adobe Stock.

Assim como ocorre em outros segmentos, a utilização da inteligência artificial (IA) já é uma realidade nos departamentos de recursos humanos. Com a capacidade de otimizar e agilizar processos, diferentes tarefas contam com o suporte da inovação.

Isso ocorre, por exemplo, com o recrutamento e a seleção de colaboradores. O que antes exigia um trabalho demorado e minucioso com pesquisas manuais em bases de dados, hoje ocorre quase que instantaneamente.

Basta definir alguns critérios, também conhecidos como filtros, e o sistema apresenta uma relação de candidatos perfeitos para uma determinada vaga, não é mesmo? Calma que não é bem assim.

Se, por um lado, os mecanismos de buscas estão cada vez mais otimizados, por outro, os candidatos se aprimoram na customização de currículos e perfis para conseguirem chamar mais a atenção das “máquinas”.

Entretanto, incluir corretamente as palavras-chave e aplicar determinadas técnicas de customização não transformam o candidato na melhor opção para a vaga.

Muitas vezes, as empresas podem estar excluindo bons candidatos exatamente por causa da utilização da IA no recrutamento.

Mas então qual o caminho? Será que devemos acabar com o uso da tecnologia nos processos seletivos?

Inteligência artificial no RH

Certamente esse tema traz à tona diferentes questionamentos, até mesmo éticos e morais. É importante destacar, porém, que o caminho não é acabar com a utilização da tecnologia. Muito pelo contrário. A inovação está à disposição.

Pesquisa desenvolvida pela Gartner em 2023 apurou que 72% dos líderes de RH pretendem contar com a IA generativa nos processos operacionais. Ignorar essa realidade, portanto, pode ser prejudicial para as empresas.

Dessa forma, é preciso buscar um equilíbrio, encontrando a melhor forma de combinar as habilidades humanas com as novas tecnologias. Essa harmonia garantirá a conquista dos melhores resultados, em uma atuação ética e responsável.

Caso contrário, a tecnologia poderá causar diversos problemas no processo seletivo. Um deles diz respeito à escolha errada. Ter um perfil otimizado não garante que o colaborador terá as qualidades apropriadas para uma determinada vaga.

Confiar às cegas nos dados gerados pela inteligência artificial, portanto, pode causar prejuízos operacionais e, consequentemente, financeiros para as empresas.

Nesse debate, o combate à exclusão também precisa ser levado em consideração. Ainda de acordo com a pesquisa da Gartner, 42% dos líderes de RH acreditam que os profissionais em níveis de entrada serão impactados pela IA generativa.

Principalmente em cargos mais operacionais, a inovação eventualmente causará problemas relacionados com a falta de inclusão, gerando mais prejuízos para a companhia.

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Olhar humano no processo seletivo

Para que a inteligência artificial apresente resultados realmente significativos em um processo seletivo, é preciso adotar uma atitude estratégica. Isso significa adotar um “olhar humanizado” durante o recrutamento, trabalhando determinadas habilidades em conjunto com a máquina.

Para entender melhor como tudo isso funciona, vale observar e conhecer a atuação da CUP RH. A consultoria de recursos humanos utiliza ferramentas de IA, mas como um suporte para os especialistas, que avaliam cada etapa para garantir tanto a inclusão quanto a seleção dos melhores candidatos.

Em meio a tudo isso, é indispensável ter em mente a importância de sempre utilizar a inovação de forma ética e responsável, trabalhando de forma estratégica, consciente e intencional.

Mas como isso acontece na prática? Um exemplo é a busca por talentos afirmativos, como PCDs. Ao adotar boas práticas nos processos de recrutamento, a consultoria promove os ajustes necessários para atender às necessidades específicas desse público, garantindo uma experiência mais inclusiva.

Para conseguir os resultados desejados, promove uma combinação de ferramentas automatizadas e abordagens orgânicas. Com uma estratégia bem elaborada, a CUP RH utiliza filtros de IA nas plataformas de emprego (ATS), mas também realiza uma busca ativa e orgânica para assegurar a inclusão dos talentos desejados.

De forma complementar, a consultoria oferece ainda suporte técnico durante toda a jornada com as ferramentas utilizadas, com contato mais próximo e acessível.

Em um processo seletivo, isso significa garantir que a solução utilizada não cometa determinadas falhas, comprometendo todo o processo. Como exemplo, a aprendizagem de máquina pode criar situações de racismo, preconceito ou exclusão de alguns grupos sociais como um reflexo social problemático. Combater isso, portanto, é responsabilidade dos especialistas.

Certamente, o uso da inteligência artificial traz benefícios significativos para as empresas. Entretanto, a habilidade humana é indispensável em um recrutamento ou seleção. Por isso, a expertise da consultoria parceira faz toda a diferença nos resultados conquistados pela empresa.

Para mais informações sobre este e outros assuntos importantes para o setor de recursos humanos, acesse o site da CUP RH.

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